Happiness Academy Online

A Blog about Psychology (Jungian), Spirituality and Happiness, By Roberto Lima Netto.

1. The Birth of Christianity out of Judaism – Early History of Christianity

(Clique para português)

ChristianityThe Birth of Christianity out of Judaism

A Brief, very Brief, History of Christianity – The Orthodox, the Gnostic and the Jungian

Part 1

This is the first article on a series dealing with the history of Christianity. It is a brief history covering the initial centuries and considering its impact in the XXI century. The subject, although very summarized, is vast, and will be divided into a few articles as follows:

  1. The birth of Christianity out of its origin in Judaism
  2. Christianity without Jesus – The initial years
  3. The Orthodox crushing of Gnosticism
  4. Why is Christianity dying? Who is Killing Christianity?
  5. The New Christians, the Gnostics and the Jungians

The birth of Christianity out of its origin in Judaism

Christianity had its origin in Judaism. Jesus was a Jew that tried to reform his religion. The Jews believed that by following specific rules you could find salvation. Yahweh, the Old Testament God, was a stern God that punished whoever  strayed from his commandments. Since Moses’ time, the Jews were punished when they broke Yahweh’s precepts.

Yahweh’s requirements for his people were specific, regulating all aspects of life. Some of the prohibitions were irrational. One example: It was forbidden to touch the Arc of the Covenant containing the Tablets of Law with the commandments given by God to Moses on Mount Sinai. The poor soldier that touched it, trying to avoid the crash of the Arc, had instant death.

Yahweh was the God of the law. The more unconscious one is, the more one needs laws and regulations to direct his life. It is the case of the child; we cannot rely on his judgment of what is good or bad for his life. Humanity also is growing on consciousness over time. The Adam, completely unconscious in the Garden of Eden, gained some consciousness thanks to the snake, but the evolution goes on.

In the centuries before Christ, the Jews were in a preliminary stage of consciousness. They needed a God of the Law. Yahweh was the God that you were expected to love, but you should better fear. The fear of the Lord was widely spread among the population.

Jesus came with a completely different proposal. Let us illustrate this with one example. Going through a corn field on a Saturday, Jesus allowed his followers to pluck ears of corn and eat them. The Pharisees argued that this was work – plucking the corn – and the Law did not allow the Jewish people to work on a Sabbath. Confronted with that, Jesus sayd (Lucas 6-5): “The Son of Man is the Lord of the Sabbath.”

To understand Jesus’ words we can ask the help of the Codex Bezae, a reproduction of the New Testament written in the fifth century, containing most of the four canonical gospels and the Acts, There, Jesus is quoted as saying: “Man, if thou knowest what thou doest, thou art blessed, But if thou knowest not, thou are accursed and a transgressor of the law.”

Whoever has not reached a higher level of consciousness must follow the law, and that was what Yahweh preached, that was also what the Pharisees preached. But Jesus was preaching at a much higher level. If you know what you are doing, go ahead and do it; if you don’t know, follow the law. Whoever has not reached a higher level of consciousness must follow the law, and that was what Yahweh preached; that was also what the Pharisees preached. But Jesus was preaching from a much higher level.

The coming of Jesus, the God of love, was a radical development, so radical that he was rejected by the majority of the Jews and condemned to the cross. His ideas were too advanced to be accepted, especially by the doctors of religion.

The hero is well characterized by the great mythologist Joseph Campbell as a person that goes on a vision quest to bring new life to the stale situation in his community. He is an outlaw in the sense that he has to break laws and established customs to change his society. Jesus was a hero; he was trying to change the Jews, he was trying to change Judaism, he was trying to change the strict way they looked at religion. But the heroes are not easily accepted. Conservatism is a characteristic of the majority of human beings. Ideas that are too advanced for a time are not easily accepted and are generally fiercely opposed.

As a result, Jesus was killed. The Jews, especially the ones that could be directly affected by his teachings – the keepers of the tradition – wanted him out of the way. He was crucified as an outlaw, what, in a strict sense, he was. He was preaching against the established law of Yahweh.

What happened after Jesus death? See the follow up in the next article.

I am Roberto Lima Netto, author of The Jungian Bible, which presents Jung’s concepts to the layman exemplifying them with stories from the Bible. I also wrote The Little Prince for Grownups, The Amazon Shaman, In Search of Happiness  and others, offered in Amazon. You find me at: www.HappinessAcademyOnline.org.

Uma Breve, Muito Breve, História do Cristianismo

Os ortodoxos, os gnósticos e os junguianos

Este é o primeiro artigo de uma série trata da história do cristianismo. É uma breve história que abrange os séculos iniciais e o seu impacto no século XXI. O assunto, embora muito resumido, é vasto, e será dividido em alguns artigos, como segue:

1. O nascimento do cristianismo a partir de sua origem no judaísmo

2. Cristianismo sem Jesus – Os primeiros anos

3. Os ortodoxos versus os gnosticos

4. Por que o cristianismo está morrendo? Quem está matando o cristianismo?

5. Jung e o Cristianismo

O primeiro artigo segue:

1. O nascimento do cristianismo a partir de sua origem no judaísmo

O cristianismo teve sua origem no judaísmo. Jesus era um judeu que tentou reformar sua religião. Os judeus acreditavam que, seguindo regras específicas, você poderia encontrar a salvação.

Javé, o Deus do Velho Testamento, era um Deus severo que castigava quem se desviava dos seus mandamentos. Desde o tempo de Moisés, os judeus eram punidos, quando quebravam preceitos do Senhor.

Os requisitos de Javé para seu povo eram específicos, regulando todos os aspectos da vida. Algumas das proibições eram irracionais. Um exemplo: era proibido tocar a Arca da Aliança contendo as Tábuas da Lei com os mandamentos dados por Deus a Moisés no Monte Sinai. O pobre soldado que a tocou, tentando evitar sua queda, teve morte instantânea.

Javé era o Deus da lei. Quanto mais inconsciente o povo, mais precisa de leis e regulamentos para dirigir sua vida. É o caso da criança pequena. Não podemos confiar em seu julgamento, deixar a sua escolha do que é bom ou ruim para sua vida. A humanidade também estava crescendo em consciência, mas ainda estava em um estágio primitivo ao tempo em que o Velho Testamento foi escrito. Adão, completamente inconsciente no Jardim do Éden, deve agradecimentos à cobra que lhe deu um pouco mais deconsciência, mas a evolução continua.

Nos séculos antes de Cristo, os judeus estavam em um estágio ainda pouco elevado de consciência. Eles precisavam de um Deus da lei. Javé era o Deus que se devia amar, mas era melhor temer. O temor do Senhor foi amplamente difundido entre a população.

Jesus veio com uma proposta completamente diferente. Vamos ilustrar isto com um exemplo. Passando por um campo de milho em um sábado, Jesus permitiu que seus seguidores colhessem espigas de milho para comer. Os fariseus argumentaram que isso era trabalho – colher milho – e a Lei não permitia que o povo judeu trabalhasse em um sábado. Confrontado com isso, Jesus disse (Lucas 6-5): “O Filho do Homem é Senhor do sábado”.

Para entender estas palavras enigmáticas de Jesus, devemos pedir ajuda ao Código Bezae, uma reprodução do Novo Testamento escrito no século V, contendo a maioria dos quatro evangelhos canônicos e dos Atos. Jesus é citado como dizendo: “Se tu sabes o que fazes, es bendito, mas se não sabes, es maldito e um transgressor da lei.”

Quem já não chegou a um nível superior de consciência deve seguir a lei, e isso foi o que o Yahweh pregava, e também os fariseus. Mas Jesus estava pregando em um nível muito mais elevado. Se você sabe o que está fazendo, vá em frente e faça, se você não sabe, siga a lei. Quem não chegou a um nível superior de consciência deve seguir a lei, e isso foi o que o Yahweh e os fariseus pregavam. Mas Jesus estava aconselhando a partir de um nível muito mais elevado.

A vinda de Jesus, o Deus de amor, era um desenvolvimento radical, tão radical que ele foi rejeitado pela maioria dos judeus e condenado à cruz. Suas idéias eram muito avançadas para serem aceitas, principalmente pelos doutores da religião, os Guardiões do Templo.

O herói é bem caracterizado pelo grande mitólogo Joseph Campbell como quem vai em busca de uma visão para trazer nova vida à situação obsoleta em sua comunidade. Ele é um fora da lei no sentido de que ele tem de quebrar leis e costumes estabelecidos para mudar sua sociedade. Jesus era um herói, ele estava tentando mudar os judeus, ele estava tentando mudar o judaísmo, ele estava tentando mudar a maneira estrita como eles seguiam sua religião. Mas os heróis nunca são facilmente aceitos. O conservadorismo é uma característica da maioria dos seres humanos. Idéias que são muito avançados para a época não são facilmente aceitas e, geralmente, são ferozmente combatidas.

Como resultado, Jesus foi morto. Os judeus, especialmente os que poderiam ser diretamente afetados por seus ensinamentos – os guardiões da tradição – o queriam fora do caminho. Ele foi crucificado como um fora da lei, o que, em sentido estrito, ele era, já que estava pregando contra a lei estabelecida de Javé.

O que aconteceu depois da morte de Jesus? No próximo artigo vamos historiar os primeiros anos do cristianismo depois da morte de Jesus.

I was involved in the business world, as an executive of large companies and university professor since recently. I was the president CSN, the largest steel-mill of Latin America and was responsible for its turn-around. My first encounter with the teachings of the Swiss psychologist C. G. Jung, one of the greatest geniuses of the 20th Century, was during my midlife crisis. Reading "Man and his Symbols" at that time, inspired me to go into Jungian analysis and to begin devouring the writings of Jung and his disciples. Since then, I've been studying psychology, especially Jungian psychology and, after reaching my seventies, I decided to become a full time writer, specializing on books on Jungian psychology and psychological thrillers. Every masterpiece of literature can be absorbed through multiple interpretations, and yield powerful insights for our daily lives. My first Jungian book, “The Little Prince for Grown-ups“, in its fourth edition in Brazil, was based on the famous book of Saint-Exupéry. The second, - “The Jungian Bible” - interprets some stories of the Old Testament and world myths. As I get older and, with a bit of luck, wiser, I want to pass on to the younger generations the lessons life has taught me. Jesus Christ taught that it was easier to sell ideas with stories. Following the Master, I published in English "The Amazon Shaman" and "In Search of Happiness", two psychological thrillers around the theme of happiness.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Happiness Academy Online © 2013 Frontier Theme